segunda-feira, abril 30

A vida é o que é
 © Letícia Thompson

Há pessoas que perdem-se tanto nos porquês que esquecem-se de viver. Elas querem compreender e o tempo não fica esperando a compreensão do que, em muitas ocasiões, ultrapassa nosso entendimento.
 A vida é o que é!

Quando aceitamos o que recebemos, vivemos melhor. Quando as adversidades nos ensinam a nadar, atravessamos o mar. Quando as barreiras dizem que não podemos e não somos capazes, podemos nos redobrar de forças e vencer os obstáculos.

 O que não podemos é ficar sentados esperando para ver o que vai acontecer amanhã ou depois, negar o que temos nas mãos, mesmo se não pedimos, na brincadeira do faz de conta que não recebi. 
 
Não podemos fugir da realidade do que vivemos, nos trancar dentro de casa por que um avião pode cair ou não sair na calçada porque podemos escorregar.

Não podemos nos impedir de viver e viver implica não só ter coisas boas, agradáveis e bonitas, mas também o feio, o triste, o inesperado e o doloroso. 

São as cores que matizam-se que dão aquele toque especial ao quadro da nossa vida. E isso não nos cabe compreender, cabe-nos simplesmente viver.

quarta-feira, abril 25

25 de Abril...Dia da Liberdade

38º aniversário da revolução dos cravos

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade

e a nossa gente invadiu

a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra

na madrugada serena

um poeta que cantava

o povo é quem mais ordena.
José Carlos Ary dos Santos 

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quinta-feira, abril 19

Jovens frustrados financeiramente batem nos pais

Cada vez mais são registados casos de jovens que batem nos pais, frustrados por estes já não lhes derem tudo o que querem.

Uma docente de criminologia revelou que os filhos agridem os progenitores por causa de problemas relacionados com a crise e dificuldades financeiras familiares.

«Começa a acontecer um cenário que não era muito comum, de filhos que batem nos pais, não como resultados de processos de vitimação ligados a negligência e a famílias desestruturadas, mas porque não sabem lidar com a frustração», disse a docente de criminologia Vera Mónica Duarte, citada pela Lusa.

A professora acrescentou ainda: «Famílias que há poucos anos estavam numa situação de estabilidade e que, neste momento, não podem dar aos seus filhos aquilo que durante muito tempo puderam.»

Estes casos de jovens que batem nos pais contribuem, segundo Vera Mónica Duarte, para uma mudança de perfil da delinquência juvenil e também na criminalidade nos jovens.

Deste modo, a docente acredita ser preciso impor novos desafios e exigências na prevenção e intervenção tanto em casa como nas escolas.

tvi24.pt

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  Se os pais no lugar de lhe darem tudo o que eles queriam lhe tivessem dado o que eles precisavam...EDUCAÇÃO...isto não acontecia.

quarta-feira, abril 18

Neste momento estou nesta situação !!!
Exames à mama e analises feitos à um mês e como o meu oncologista foi para um hospital particular a minha consulta foi adiada .
A consulta  era para ter sido no dia 3 de abril e continuo à espera de nova marcação porque não há medico para substituir o que saiu.
Enfim !!!
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segunda-feira, abril 9

Bom fim de semana !


Tem dor que vira companhia.
 Olhando de perto, faz tempo que deixou de doer, só tem fama, mas a gente não solta.
 Quem sabe, pelo receio de não saber o que fazer com o espaço, às vezes grande, que ficará desocupado se ela sair de cena. 
Vazio é também terreno fértil para novos florescimentos, mas costuma causar um medo inacreditável.

Quando, finalmente, criou coragem e deixou de dar casa, comida e roupa lavada para a tal dor, ela desapareceu.

Ana Jácomo