quarta-feira, fevereiro 27


A vida da gente é a coisa mais bonita que existe.
Mesmo que nem sempre seja doce.
Mesmo que nem sempre tenha cor.
Mesmo porque, quem dá o sabor e o tom somos nós mesmos.
                                   "Diariamente"

(Clarissa Corrêa)

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Tenho pena de quem não sabe ter amigos, nem sabe ser verdadeiro, nem tem um colo seguro para poder descansar as dores, nem faz qualquer tristeza acabar em alegria.
Tenho pena de gente que não tem família esquisita, nem histórias malucas para contar, nem amores complicados.
Tenho pena de gente que não dá a cara a tapa, que não sabe que o melhor da vida é realmente viver.

Clarissa Corrêa
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quarta-feira, fevereiro 20

Algumas pessoas florescem como os lírios lá nos campos
Encantando, ocupando e adoçando todo o coração
Essas pessoas possuem o dom de despertar em nós doçuras adormecidas
Trazem o sol numa manhã cinza
Elas são livres, leves e multicores como asas de borboletas.
 (Elza Nack )


segunda-feira, fevereiro 18

Que a nossa semana seja repleta de...
Paciência para as dificuldades,
 Tolerância para as diferenças,
 Benevolência para os equívocos,
 Misericórdia para os erros,
 Perdão para as ofensas,
 Equilibrio para os desejos,
 Sensatez para as escolhas,
 Sensibilidade para os olhos,
 Delicadeza para as palavras,
 Coragem para as provas,
 Fé para as conquistas,
E amor para todas as ocasiões...


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"O tempo, de vento em vento, desmanchou o penteado arrumadinho de várias certezas que eu tinha, e algumas vezes descabelou completamente a minha alma.
Mesmo que isso tenha me assustado muito aqui e ali, no somatório de tudo, foi graça, alívio e abertura.
A gente não precisa de certezas estáticas.
A gente precisa é aprender a manha de saber se reinventar.
De se tornar manhã novíssima depois de cada longa noite escura.
De duvidar até acreditar com o coração isento das crenças alheias.
A gente precisa é saber criar espaço, não importa o tamanho dos apertos.
A gente precisa é de um olhar fresco, que não envelhece, apesar de tudo o que já viu.
E de um amor que não enruga, apesar das memórias todas na pele da alma.
A gente precisa é deixar de ser sobrevivente para, finalmente, viver.



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